Bitcoin e PayPal mexem com as ações dos bancos.

Dias depois do anúncio do Federal Reserve de que aumentaria as taxas de juros de curto prazo, as ações dos bancos não melhoraram como esperado. Jim Cramer compartilhou sua opinião sobre o assunto, destacando a crescente popularidade do Bitcoin e de outras tecnologias baseadas em blockchain como uma das possíveis razões.

Atualmente no comando do programa “Mad Money” da CNBC (canal de TV dos Estados Unidos), Jim Cramer, um ex-gerente de fundos de investimento, atualmente com ações do PayPal, Amazon, Goldman Sachs, J.P. Morgan e Citigroup, compartilhou seus pensamentos sobre as razões para as ações bancárias hesitantes, apesar do anúncio sobre o aumento das taxas de juros de curto prazo.

Um dos principais pontos de Cramer é que muitos jovens gestores de carteiras de investimento parecem pensar nos bancos como instituições ultrapassadas que estão prestes a perder sua credibilidade e autoridade para as soluções tecnológicas modernas emergentes. Ele explicou: “Há muitos gestores de investimentos mais jovens que acham que os bancos são como a Sears e a JC Penney: são lojas físicas que estão prestes a perder sua relevância graças a todos os tipos de novas tecnologias do bitcoin, blockchain, PayPal [e] Square.

Em outras palavras, Cramer sugere que os bancos estão perdendo terreno por causa das alternativas existentes. Além disso, o anfitrião também aponta o PayPal como uma séria influência sobre as ações bancárias atualmente instáveis, referindo-se a ele como o “banco para os sem banco”.

O diretor financeiro do PayPal, John Rainey, havia declarado anteriormente que a empresa está aberta a apoiar o Bitcoin caso o PayPal veja mais interesse em nome dos comerciantes – e se a primeira e mais importante criptomoeda “se tornar uma moeda melhor”.

BLOCKCHAIN E CRIPTOMOEDAS: “AMEAÇAS EXISTENCIAIS”
O ex-gerente de fundos de investimento também aponta que as criptomoedas e sua tecnologia representam uma séria ameaça aos bancos também. Cramer explicou: “Depois, há as ameaças potencialmente existenciais que acabei de mencionar: blockchain, que algumas pessoas acreditam que poderia acabar com a hegemonia dos bancos sobre a compensação de ações e criptomoedas, que são os insurgentes populistas do movimento blockchain.

Sua declaração não é sem fundamento. Um relatório recente da Greenwich Associated revelou que o setor de serviços financeiros está gastando cerca de US$ 1,7 bilhão por ano em tecnologias blockchain. Isso não somente valida a tecnologia como tendo passado pelo estágio de prova de conceito, mas sugere que ela pode estar pronta para uma implantação generalizada.

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