Blockchain ajuda a identificar origem de diamantes.

Diamantes identificados com Blockchain

A Alrosa, segunda maior fabricante de diamantes do mundo, anunciou que está se unindo à Tracr, a solução de rastreamento ponta-a-ponta, baseada em blockchain, desenvolvida pelo Grupo Beers de diamantes da África do Sul, segundo a agência de notícias CCN.

Em um comunicado publicado em seu site nos últimos dias, a empresa russa revelou que está se juntando ao projeto porque apóia o objetivo de proteger os consumidores e garantir a autenticidade de seus diamantes.

Em maio, a CCN informou que a Signet Jewelers, maior varejista de joias de diamantes do mundo, aderiu à Tracr como parte de um movimento crescente para garantir que os produtos vendidos aos consumidores não sejam os “diamantes de sangue” – produtos do trabalho escravo de zonas de guerra africanas – e, assim, não financiem guerras e grupos criminosos armados em países como Angola e Serra Leoa.

Após meses de antecipação, a Tracr demonstrou recentemente suas capacidades com o rastreamento bem-sucedido de um conjunto de diamantes da De Beers. Na estrutura do Tracr, cada diamante recebe um código de identificação único assim que é extraído. Esse código contém informações sobre o peso, a cor e a clareza da pedra, que é armazenada em um blockchain, onde pode ser acessada por todos os participantes da Tracr.

A decisão da Alrosa de se unir à Tracr ressalta ainda mais a importância da tecnologia blockchain para a indústria de diamantes. Agora, os dois maiores produtores de diamantes do mundo estão operando nas duas maiores áreas de produção de diamantes na África do Sul e Rússia com o uso da tecnologia descentralizada.

Fonte: CCN

 

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