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Blockchain: como a tecnologia está mudando a maneira como comemos.

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O INFOCHAIN faz um desafio pra você. Já imaginou como seria o nosso cotidiano com o uso de blockchain? Tem ideia de como essa tecnologia já está impactando a realidade das empresas que produzem os alimentos que você consome? Quando se fala em blockchain, muita gente não entende como funciona. Mas quando colocamos como exemplo a produção de alimentos, fica mais fácil assimilar.

A Revista Forbes tentou rastrear uma refeição inteira usando blockchain para identificar e seguir os alimentos que saem de fazendas na França, do mar na costa de Fiji, de fazendas em Wyoming (EUA) e de bosques tropicais na Colômbia até chegarem aos pratos da população, na região de Nova York.

A demanda por alimentos saudáveis ​​e produzidos de forma sustentável está aumentando no mundo todo. O consumidor quer saber qual a procedência, maneira como foi produzido, o tratamento dado ao produto etc. Isso é importante não apenas para saber mais detalhes sobre o agricultor que produziu o alimento. Mas, também, para rastrear a produção e torná-la mais segura. Afinal, a ideia é mapear alimentos contaminados e evitar doenças.

Em um blockchain é possível, por exemplo, registrar se o gado usado para produzir a carne que você vai comer, recebeu todas as vacinas e estava em boas condições de saúde antes do abate. Todas as informações são gravadas de maneira instantânea. E todos na cadeia de fornecimento (o produtor, a loja e o consumidor) podem ter acesso a essas informações, que ficam neste livro-razão imutável.

A Organização Mundial da Saúde estima que alimentos contaminados sejam responsáveis por 600 milhões de doenças anualmente e 420.000 mortes. Atualmente, as autoridades de saúde conseguem, sim, identificar contaminações em alimentos. Mas, em geral, isso corre depois que a doença atinge níveis de surto e a população já está doente.

Com o blockchain, esse tipo de controle fica mais transparente. Além disso, facilita a identificação de possíveis inícios de contaminação antes que o alimento chegue às prateleiras.
Com os registros públicos do blockchain, todos têm acesso às mesmas informações.

Aves já estão sendo rastreadas usando blockchain pelo Carrefour. Para demonstrar como a cadeia de suprimentos funciona em um livro compartilhado e distribuído, o Carrefour enviou embalagens de três de seus produtos para a redação da Revista Forbes, um frango inteiro, meia dúzia de ovos caipiras e três tomates Cauralina livres de pesticidas.

Um QR Code visível na embalagem do frango levou a um site, que mostra que o ovo foi incubado na Borgonha, França, até 27 de julho. O Frango foi enviado para a cidade de Lusigny, no centro da França, onde o fazendeiro o alimentou com uma mistura de cereais e soja. E 84 dias depois de nascer, o frango foi abatido em Saint-Germain-de-Fossés, empacotado e estocado em uma mercearia Carrefour em Brie-Comte-Robert, uma comuna no norte da França.

Além de ser uma maneira de trazer mais segurança aos alimentos, o Blockchain permite que se crie confiança entre consumidores/empresas e empresas/fornecedores. Mas vale lembrar que este é apenas um dos usos do Blockchain. Uma infinidade de outras causas está sendo estudada no mundo todo, como o uso em eleições, para impedir fraudes e garantir o registro correto dos votos.

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